28 de março de 2011

573 - brincos


brincos violetas e brancos
muito bonitos
3,5 patinhas

571 - elástico para o cabelo


elástico para o cabelo com bolas em tons violeta e dourado
2,5 patinhas

568 - vela grande - VENDIDA 1

VENDIDA 1 - MÁRCIA B.
vela grande
há 2 exemplares
3 patinhas

567 - carteira da Kitty


carteira/porta-moedas da Kitty
prenda bonita
6 patinhas

566 - elástico para o cabelo


elástico para o cabelo
muito bonito
3 patinhas

565 - vamos à praia?

porta-chaves todos giros :)
1 - 2,5 patinhas
2 - 4 patinhas

27 de março de 2011

561 - bolsinha do Orelhudo

é a bolsinha do orelhudo
uma oferta bem catita :)
4 patinhas

556 - RISE - a predadora de vampiros

RESERVADA - Snoopa
RISE - a predadora de vampiros
4 patinhas

26 de março de 2011

541 - capa para cão


capa para protecção da chuva
8 patinhas

540 - mochila para criança


mochila para criança com o 
bakugan
5 patinhas

538 - eat, pray, love


A NEW YORK TIMES BEST SELLER
A New York Times Paperback Nonfiction Bestseller for over 200 weeks!
American Booksellers Association Acclaimed Best Seller
#1 on the Booksense Paperback Nonfiction List for over a year!
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10 patinhas

537 - Os Cantos

Os Cantos
Maria Filomena Mónica
Descendente de uma ilustre família açoriana, José do Canto apaixonou desde logo Maria Filomena Mónica que lhe dedica a obra que já classificou como o «livro da sua vida». Nascido em 1820, José do Canto era, no sentido próprio do termo, um ‘vitoriano’. Apesar de natural de São Miguel e não de Inglaterra, a sua cultura era cosmopolita, sem no entanto jamais deixar de ter saudades da neblina, do mar e das laranjeiras da sua ilha – que queria perfeita. Foi por isso que a deixou e, por isso, que, muitos anos passados, a ela voltou.
Nesta obra biográfica, Maria Filomena Mónica conta a história desta família em várias gerações, num retrato vivído e apaixonante de uma época.
Do Prefácio
«Foi na Primavera de 1988, durante uma estadia em Ponta Delgada, que conheci José do Canto.
É verdade que ele já morrera, mas desde quando é que tal afectou o meu interesse por alguém?
De certa forma, sinto-me mais perto dele do que dos meus contemporâneos. Não se trata, como é óbvio, de uma identificação. Quase tudo – e não apenas a época, a origem social e o sexo – nos separa. E, no entanto, não descansei enquanto não decifrei o enigma que o rodeava.»
Maria Filomena Mónica

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