21 de novembro de 2009
15 de novembro de 2009
338 - A Medicina Chinesa
A Medicina Chinesa
Acupunctura, plantas medicinais, nutrição, chi kung e meditação
de Tom Williams
4 patinhas
335 - Tigres dos Pântanos
(Colecção Natural Killers)
prenda catita para o Natal
há 2 exemplares
5 patinhas
334 - O Erro de Descartes
António R. Damásio
Eis, finalmente, uma tentativa, de um dos mais famosos neurologistas mundiais, de sintetizar o que é conhecido acerca do funcionamento do cérebro humano.
Eis, finalmente, uma tentativa, de um dos mais famosos neurologistas mundiais, de sintetizar o que é conhecido acerca do funcionamento do cérebro humano.
O Erro de Descartes merece tornar-se um clássico, Laureado com o Prémio Nobel.
São, hoje em dia, bem conhecidos os mecanismos fisiológicos que se encontram associados a fenómenos como a respiração ou a circulação sanguínia. Mas que têm os cientistas a dizer acerca dos mecanismos que suportam a recordação de uma paisagem, uma sensação de alegria ou um raciocínio conducente a uma tomada de decisão? Existe alguma correspondência entre estados mentais e estados cerebrais específicos? Qual é a relação entre a mente e o cérebro? É o ser humano, como propôs Descartes, composto por uma substância sem dimensão espacial (res cogitans – que pensa) e uma outra com dimensão espacial (res extensa – que come, respira e caminha), misteriosamente unidas num recanto perdido do cérebro?
Estas são algumas das interrogações que um amigo imaginário de António Damásio lhe coloca e que dão origem a uma animada conversa que acompanhamos ao longo do livro, atentos e deliciados. E, se António Damásio reconhecer ter tido com esta conversa a oportunidade de pôr em ordem as suas ideias, o seu amigo, que pode bem ser qualquer um de nós, retirou vantagens não menores ao beneficiar de uma lição magistral onde muitos dos aspectos mais intrigantes do espírito humano foram explicados de uma forma brilhante.
António Damásio, cientista português, é professor e chefe do Departamento de Neurologia da Universidade de Iowa e também docente no Salk Institute, na Califórnia.
Foi galardoado, em conjunto com sua mulher, Hanna Damásio, com o Prémio Pessoa e recebeu o Prémio Beaumont da Associação Médica Americana, pelo seu trabalho em neurologia, área em que é um dos mais prestigiados investigadores a nível mundial.
Recentemente, foi laureado com o prémio Príncipe das Astúrias.
5 patinhas
10 de novembro de 2009
331 - Lá no Cimo das Nuvens
Lá no Cimo das Nuvens
Paul McCartney
Paul McCartney
É um verdadeiro acontecimento literário destinado a tornar-se num clássico da literatura infanto-juvenil.
Movido por questões ecológicas e pela defesa dos direitos dos animais, Paul McCartney juntou-se a dois artistas para criar um livro dirigido a crianças sendo as personagens baseadas no filme de animação «Tropic Island Hum».
O herói da história é um esquilo, Guilhilo, que parte em descoberta de Animália, uma ilha tropical onde todos os animais são livres.
McCartney torna-se assim uma das celebridades a juntar-se ao grupo de famosos que se dedicou à escrita para crianças.
Com ilustrações de Geoff Dunbar, é um livro que vai deixar rendidas todas as gerações.
9 patinhas
6 de novembro de 2009
5 de novembro de 2009
320 - Viciado
Viciado
"UM THRILLER POP PARA A ERA DA INTERNET.
«Se Michael Crichton e John Grisham escrevessem juntos uma novela em Silicon Valley, seria poderosa e cheia de suspense como esta.»
Nat Idle, um jornalista de São Francisco licenciado em medicina, sobrevive a uma explosão num café Internet depois de uma estranha lhe passar um bilhete a mandá-lo sair.
O bilhete parece escrito pela namorada do jornalista, que tinha uma vocação financeira notável e que morreu meses atrás.
Viciado é um thriller excitante com um ritmo frenético, digital, que articula o caos do momento presente, marcado pelo ritmo dos e-mails e pelo som dos pagers e dos telemóveis.
Viciado é o melhor thriller para a geração do Ipod."
6 patinhas
21 de outubro de 2009
317 - Maria Callas
«Maria Callas era um génio, e era sobretudo ela mesma, vulnerável e intensa, e antes do mais verdadeira, e senhora de uma grande exigência, para consigo mesma e para com tudo e todos à sua volta, e por isso mesmo não se tornava uma pessoa fácil, nem muitas vezes simpática. A verdade é que foi muito incompreendida e muito mal tratada por uma facção do público que não a entendia, e, por vezes, muitas vezes mesmo, pelos que dela gostavam e rodeavam. Mais do que um trabalho sobre a sua vida, este talvez seja um livro sobre a morte de Maria Callas, e sobre o que poderá justificar duas mortes tão prematuras, a da sua voz, e a sua própria.»
Da Nota Introdutória
Da Nota Introdutória
Sobre a Autora:
Nasceu há um ano quando a Autora decidiu assinar com o nome da sua bisavó o seu livro As Hortênsias Brancas e as Bicicletas (Fenda, 1997). O seu romance de estreia – À Hora da Sesta – foi publicado com o seu verdadeiro nome, em 1980, na editora A Regra do Jogo. A Autora nasceu em Coimbra, em 1949, e vive em Lisboa, onde exerce a profissão de Psicóloga.
Excerto:
«Eu era a minha voz e hoje sinto que não sou nada. Eu era a minha voz e, ao perdê-la, perdi-me também a mim própria, fiquei esvaziada e deserta, e tudo dentro de mim se estiola e degrada, tudo dentro de mim se amordaça e me deixa calada, os olhos fecham-se-me, as órbitas dilatam-se, os poros da pele secam, e o meu corpo torna-se um invólucro que já não presta, porque já não serve para nada.»
«Eu era a minha voz e hoje sinto que não sou nada. Eu era a minha voz e, ao perdê-la, perdi-me também a mim própria, fiquei esvaziada e deserta, e tudo dentro de mim se estiola e degrada, tudo dentro de mim se amordaça e me deixa calada, os olhos fecham-se-me, as órbitas dilatam-se, os poros da pele secam, e o meu corpo torna-se um invólucro que já não presta, porque já não serve para nada.»
4 patinhas
2 de outubro de 2009
Antecipa o Natal
24 de setembro de 2009
nunca é demais dizer OBRIGADA
22 de setembro de 2009
309 - Selecções do Livro
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